Para ser seguidor não precisa ter blog , basta ter e-mail e clicar em participar deste site!
Inscreva-se na Newsletter, lateral da página, assim receberá por e-mail as novidades deste blog.
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Parabéns São Paulo




" A cor dessa cidade sou eu
O canto dessa cidade é meu
A cor dessa cidade sou eu
O canto dessa cidade é meu"



Hoje 25 de Janeiro a cidade de São Paulo comemora 462 anos .

Cheia de contrastes, onde a pressa e o trabalho são os maiores lemas; mas aqui tem muito calor humano, aqui tem brasileiro de todos os recantos e tem estrangeiro de todos os lugares do mundo. 
São Paulo é pai e mãe, tem espaço e oportunidade para todos.

São Paulo foi fundada, em 25 de janeiro de 1554, no atual Pátio do Colégio, onde um grupo de 12 jesuítas - dos quais fazia parte o ainda adolescente José de Anchieta - comandados por Manoel de Paiva e a mandado de Manoel da Nóbrega, celebraram uma missa inaugural. Foram esses jesuítas que fizeram o aldeamento da Vila São Paulo de Piratininga - nome que significa peixe podre. Essa fundação limitou a cidade à chamada ''colina histórica'', à região que vai do vale do Anhangabaú à praça da Sé. 




Quadro retrata o Páteo do Colégio no século XVI





Páteo do Colégio - imagem atual



Grata pela visita! Volte sempre!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Antiguidades - Piso de Caquinhos



Eu amo história e adoro saber como surgiram as coisas, o porque dos nomes de lugares, etc, etc....
Uma bem bacana é sobre o piso de caquinhos que era muito comum nas casas da cidade de São Paulo, entre as décadas de 40 e 50 do século passado. 


Na cidade havia duas indústrias cerâmicas principais. Um dos produtos dessas cerâmicas era um piso composto por quatro quadrados iguais, produzidos nas cores vermelha, a mais comum e mais barata, amarela e preta.

Pesquisei para ver se encontrava os nomes destas indústrias, ou o bairro em que se localizavam mas não encontrei, o que consegui saber é que a maioria das cerâmicas paulistas eram de imigrantes e descendentes de italianos e portugueses. E a localização das empresas estava diretamente relacionada à proximidade da fonte de matéria-prima; as cerâmicas da Capital, por exemplo, estavam quase todas instaladas nas áreas de várzea do Rio Tietê, nos bairros da Água Branca e da Barra Funda.

Muito material era quebrado e, sem interesse econômico, era juntado e enterrado em grandes buracos. Certo dia, um dos empregados de uma das cerâmicas, que estava terminando a sua casa, lembrou de todas as lajotas quebradas que estavam sem uso e enterradas, e pediu para recolher parte deste material para pavimentar o terreno da sua nova casa. 


E a moda pegou tanto que faltou caquinho, então as cerâmicas passaram a quebrar as peças inteiras para vender! E é claro que os caquinhos ficaram supervalorizados. 

Hoje é raro vermos este tipo de piso por aí, mas faz parte da história de São Paulo e merece ser lembrada com carinho por nós paulistanos.

Quem se lembra?????



Usada em fachadas de muros também




Esta belezura antiga era localizada no número 275 da rua Omachá , bairro da Penha, e foi demolida aproximadamente em dezembro de 2010



Obrigada pela visita! Volte sempre!